"Se não nos unirmos, se não agirmos de forma coordenada a China estará em África para ficar, o Reino Unido regressará, a França regressará, Portugal regressará e, uma vez mais, seremos escravos de outra forma", disse.

Professor de direito e advogado dos Supremos Tribunais do Quénia e Tanzânia, Patrick Lumumba falava hoje durante um debate sobre a criação de condições para o desenvolvimento no continente, organizado pela Agência para o Desenvolvimento da União Africana (AUDA-NEPAD) para assinalar o Dia de África.