Esta "última provocação" da Coreia do Norte "viola claramente os princípios universais e as normas das Nações Unidas" e [o Presidente sul-coreano] ordenou uma resposta firme e [a tomada] de medidas apropriadas em cooperação com os Estados Unidos e a comunidade internacional", indicou a presidência.

O disparo do míssil, que sobrevoou o norte do Japão, desencadeou os primeiros alertas em cinco anos para moradores, aos quais foi pedido para abandonarem edifícios, de acordo com o governo japonês.

Obrigou também à suspensão temporária da circulação ferroviária na região de Aomori e na ilha de Hokkaido, no norte do arquipélago, acrescentou.

As autoridades japonesas adiantaram que o projétil terá caído no oceano Pacífico.

A Coreia do Sul também detetou o lançamento norte-coreano, em direção às águas orientais do norte.

Este disparo é a quinta ronda de testes de armas da Coreia do Norte nos últimos dez dias, numa aparente resposta aos exercícios militares entre Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos, decorridos no final do mês passado, pela primeira vez em cinco anos.

Pyongyang considera os exercícios militares liderados pelos EUA na região, particularmente com a Coreia do Sul, como uma preparação para uma invasão, embora Washington e Seul tenham negado repetidamente qualquer intenção de atacar o Norte.

As duas Coreias continuam tecnicamente em guerra, uma vez que o conflito de 1950-53 terminou com a assinatura de um armistício e não de um tratado de paz.

EJ (DMC) // JMC

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