"A expetativa legítima dos Estados-membros é de que a moeda comum da CEDEAO se torne na alavanca para impulsionar o comércio e, por via disso, o nosso crescimento económico", afirmou o Presidente guineense.

A CEDEAO pretende adotar em 2027 a nova moeda única, denominada ECO.

O chefe de Estado guineense, que assume também a presidência rotativa da CEDEAO, falava numa sessão parlamentar de deputados da organização, organizada pela Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau, sobre o ECO e o sistema de pagamento interbancário como promotor do comércio regional.

"A configuração que vai resultar deste sistema monetário emergente no espaço da CEDEAO é portadora de novas esperanças, de muitas promessas de sucesso, mas também coloca muitos e complexos desafios, quer de natureza política, quer de natureza tecnológica", salientou Umaro Sissoco Embaló.

O ministro das Finanças guineense, Ilídio Té, sublinhou que o novo roteiro para a implementação da moeda única da CEDEAO deve ser a "prioridade" e que os deputados têm um "papel crucial na consciencialização das comunidades e dos povos para efetivação das medidas tendentes a uma maior integração económica, financeira e monetária".

"A presidência guineense da CEDEAO pretende assumir este desafio e convida a todos os Estados-membros ao cumprimento integral de protocolos relativos à circulação de pessoas e bens, liberalização das contas de capital e avanços na integração de mercados financeiros", disse o ministro das Finanças.

Segundo Ilídio Té, a concretização do roteiro vai permitir a "consolidação da zona de comércio livre, a realização da união aduaneira" e contribuir, "com a liberdade de movimentos de capitais, para a criação do mercado comum no seio da CEDEAO", salientou.

 

MSE // VM

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