A formação em língua portuguesa vai abranger 126 militares do Exército, Marinha e Força Aérea e ocorre no âmbito de um projeto do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua, da Direção-Geral de Política e Defesa Nacional de Portugal e do Estado-Maior General das Forças Armadas da Guiné-Bissau.

"É uma ocasião particularmente feliz porque espelha a cooperação que Portugal tem com a Guiné-Bissau no domínio específico da Defesa, que consta já de longa data e se manifesta através de parcerias e projetos e tem continuado a dar provas da sua vitalidade", afirmou o embaixador de Portugal, José Caroço.

O embaixador falava na cerimónia que assinalou o início da formação.

"A língua portuguesa é uma língua universal, é a língua oficial da Guiné-Bissau, e uma língua em franco crescimento e cuja aprendizagem e o melhor domínio só traz utilidade", salientou o diplomata.

Presente na cerimónia esteve também o chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas, Biagué Na N'Tan, que salientou que a aprendizagem da língua portuguesa é uma "tarefa muito importante" que as Forças Armadas guineenses têm de fazer.

"Hoje é mais um dia importante para as Forças Armadas da Guiné-Bissau", afirmou, sublinhando que sempre defendeu que a língua portuguesa devia ser desenvolvida nas forças de defesa.

MSE // VM

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