O grupo ligado à Al-Qaeda controla grandes partes da Somália rural e continua a frustrar os esforços de reconstrução da nação africana, após três décadas de conflito.

O Al-Shabab disse em comunicado que o alvo eram os funcionários ocidentais escoltados pelos elementos de segurança das forças de manutenção da paz da União Africana (UA).

O ataque ocorreu no momento em que a Somália enfrenta grandes questões sobre o seu futuro político e de segurança.

A força de manutenção da paz da UA pretendia retirar-se do país, mas a missão pode ser alargada devido a preocupações de que as forças somalis não estão prontas a assumir a responsabilidade pela segurança.

Os EUA disseram no início deste ano que a sua retirada das tropas da Somália estava finalizada.

Uma votação presidencial há muito adiada deveria ter tido lugar em fevereiro, mas agora parece estar prevista para o próximo ano.

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