Este artigo tem mais de 5 anos
A Guiné Equatorial, um dos países mais ricos de África, pediu apoio ao Fundo Monetário Internacional (FMI) em 2019, ano em que manteve a pena de morte apesar das exigências da comunidade internacional.
Membro da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) desde 2014, a Guiné Equatorial, um petro-estado com um dos rendimentos per capita mais elevados de África, ficou obrigada a acabar com a pena de morte, uma alteração legal que não se cumpriu mais uma vez.
Em 2019, analista da Economist Intelligence Unit (EIU) que segue a Guiné Equatorial considerou hoje à Lusa que são as finanças que marcam o ritmo de um país atingido fortemente pela baixa do preço de petróleo.