
Os candidatos elegíveis e com melhor aproveitamento vão beneficiar de formação teórica e prática especializada, na escola de pilotagem 43 Air School, na África do Sul, frequentando um programa com uma duração global de 12 a 24 meses.
Segundo um comunicado da empresa, todos os custos serão suportados pela TAAG, um investimento em capital humano angolano que tem em conta a expectativa de entrada em novos mercados, no seguimento da incorporação de novas aeronaves na sua frota.
A TAAG acrescenta que este programa reflete o compromisso de atuar em favor da angolanização e empregabilidade de jovens qualificados, contribuindo para tornar o acesso à profissão de piloto mais universal e aberta a todos os segmentos da população.
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Lusa/fim