Na sua intervenção de encerramento da mesa redonda de doadores, Domingos Simões Pereira disse sair desta conferência "com grande satisfação", pois a comunidade internacional deu todo o seu apoio à estratégia apresentada pelo governo de Bissau e comprometeu-se com contribuições financeiras "sem precedentes".

O chefe de governo admitiu que o sucesso da conferência internacional representa também "uma enorme responsabilidade" para o país, mas garantiu que as autoridades guineenses levam essa responsabilidade "muito a sério" e que estarão à altura das expetativas, e sugeriu mesmo a realização de reuniões de seguimento, acompanhamento e monitorização desta mesa redonda a cada seis meses.

Em declarações aos jornalistas já depois da conclusão dos trabalhos, Domingos Simões Pereira disse que foram atingidos os dois grandes objetivos da conferência, "a retoma da cooperação com os parceiros internacionais e a cobertura financeira necessária para a implementação" do programa estratégico, sendo "encorajador saber que mais de 50% dos valores anunciados são donativos".

Na sua declaração de encerramento, o secretário executivo da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), Murade Murargy, apontou que a conferência foi o "corolário dos esforços das atuais autoridades da Guiné-Bissau para romper com o círculo vicioso da instabilidade".

Já o diretor do Serviço Europeu de Ação Externa (o corpo diplomático da UE) para África, Nick Westcott, comentou que a conferência hoje celebrada em Bruxelas foi das mais participadas a que assistiu na sua carreira e observou que ficou essa "mensagem clara: a comunidade internacional está com a Guiné-Bissau".

ACC // JMR

Lusa/fim

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