O sindicato de base e a EAGB assinaram um memorando de entendimento, que suspende a greve e no qual a empresa de compromete a pagar 20 meses de salários em atraso, a fazer os reajustes salariais e a pagar os montantes devidos à segurança social e as quotas sindicais.

Os funcionários da EAGB iniciaram hoje a greve em protesto contra o que consideraram ser "abusos e violações do patronato".

No caderno reivindicativo, o sindicato exigia, entre outros, a suspensão imediata dos impostos recentemente introduzidos no salário dos trabalhadores, reajustes salariais, atribuição aos trabalhadores de 40% das ações da empresa, pagamento de salários aos trabalhadores que recentemente entraram na empresa, o pagamento de 37,5 meses de salários em atraso, bem como o pagamento da segurança social.

O sindicato decidiu avançar com a greve depois de a direção da empresa não ter cumprido as exigências feitas no prazo previsto, que terminou na terça-feira, e depois de "inúmeras tentativas" para um entendimento.

MSE // LFS

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