A situação está a seguir os trâmites normais e "na altura própria estaremos em condições de falar sobre isso", disse, quando questionado pelos jornalistas sobre o assunto à saída da Assembleia Nacional Popular, após ter entregado o Orçamento Geral do Estado para 2022.

O avião, um Airbus A340, aterrou em Bissau em 29 de outubro a pedido do gabinete do chefe de Estado guineense, Umaro Sissoco Embaló.

Nuno Gomes Nabiam deu ordens para impedir o avião de sair do país e anunciou uma investigação externa ao caso, pedindo apoio da comunidade internacional.

O chefe de Estado disse que as circunstâncias da ida do aparelho para o país "são normais" e que seria uma empresa internacional que pretende instalar-se em Bissau para a manutenção de aviões.

O Presidente guineense defendeu que o suposto caso do avião seria uma tentativa de algumas pessoas no país para desviar a atenção sobre o tráfico de droga que o próprio afirmou estar a combater.

MSE // VM

Lusa/Fim

 

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