Segundo os dados disponibilizados, foram contabilizados 173 feridos nas últimas 24 horas, tendo se regista um total de 67.784 pessoas ficaram feridas no conflito.

O ministério advertiu que estes números não são definitivos, uma vez que existem muitos corpos sob os escombros de edifícios que não podem ser removidos devido à ofensiva israelita.

O chefe do Estado-Maior das chamadas Forças de Defesa de Israel (IDF), o tenente-general Herzi Halevi, visitou ontem Khan Younis, onde afirmou que os combates estão longe de terminar.

"Ainda não terminámos os combates em Khan Younis, estamos longe de os ter terminado e resumimo-los, até agora, como um grande sucesso", disse Halevi, citado num outro comunicado militar emitido na noite de sexta-feira.

Segundo Halevi, o exército matou 1.200 combatentes palestinianos em Khan Younis e entre 1.200 e 1.300 em ataques aéreos.

"A Brigada Khan Younis (do Hamas) está a perder as suas capacidades, o que é muito, muito importante. Muitos comandantes foram mortos e queremos eliminar mais comandantes e também mais comandantes em altos cargos", acrescentou.

Israel prepara-se para lançar uma ofensiva contra a cidade de Rafah, no sul de Gaza, onde, segundo a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Próximo Oriente (UNRWA), 1,4 milhões de palestinianos deslocados encontraram refúgio.

A comunidade internacional alertou que um ataque a esta zona provocaria uma catástrofe humanitária.

AYR // EA

Lusa/ Fim

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