O Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso decidiu que "não era necessário" que Macron aparecesse, "uma vez que a sua posição como autoridade não teria qualquer influência na sentença", disse Sinop Energia, uma empresa na qual a EDF é acionista maioritária, numa declaração enviada hoje à agência France-Press (AFP).

"Mesmo que o Estado (francês) seja acionista da empresa Sinop Energia, esta (...) foi constituída sob o sistema jurídico brasileiro", lê-se na frase que anula a decisão do magistrado.

Três associações apresentaram uma queixa, acusando a EDF de negligência na prevenção de incêndios que se têm vindo a multiplicar desde 2018 na zona onde se situa a sua fábrica, perto de Sinop, uma cidade de 150.000 habitantes considerada um centro do agronegócio.

Na sua decisão de 04 de maio, o juiz Mirko Vincenzo Giannotte fez uma série de comentários irónicos ao Presidente francês, "um ambientalista que dá constantemente a sua opinião sobre a política ambiental do governo brasileiro".

Sinop Energia afirmou na sua declaração que tinha "levado a cabo numerosas ações de prevenção de incêndios" em redor do local da fábrica.

MIM // RBF

Lusa/Fim

A dose certa de informação. Sem contraindicações.

Subscreva a newsletter Dose Diária.

Esteja em cima do acontecimento.

Ative as notificações do SAPO.

Damos tudo por tudo, para que não lhe falte nada de nada!

Siga o SAPO nas redes sociais. Use a #portalSAPO nas suas publicações.