"A China está a acompanhar de perto a evolução da situação na região de Rafah e opõe-se e condena as ações que prejudicam os civis e violam o direito internacional", declarou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês em comunicado.

Pequim apela a Israel "para que termine a operação militar o mais rápido possível e faça tudo o que estiver ao seu alcance para evitar vítimas civis inocentes, de modo a evitar uma catástrofe humanitária ainda maior na região de Rafah", continuou.

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ordenou recentemente ao exército que preparasse uma ofensiva em Rafah, onde se encontram 1,4 milhões de palestinianos, segundo a ONU, mais de metade da população total do território.

Na segunda-feira, Netanyahu reiterou a determinação em continuar a "pressão militar até à vitória completa" sobre o movimento islamita palestiniano Hamas, que tem como "último reduto" Rafah, para libertar os reféns israelitas.

Na segunda-feira, Israel conseguiu libertar dois reféns, dois israelo-argentinos, em Rafah, na fronteira com o Egito.

Essa operação dos comandos israelitas foi acompanhada de bombardeamentos que fizeram cerca de uma centena de mortos, de acordo com as autoridades do Hamas, no poder em Gaza desde 2007.

CAD // EJ

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