No despacho n.º164/22 de 20 de junho, a que a Lusa teve hoje acesso, João Lourenço refere que a eletrificação rural nacional compreende a península do Mussulo, Cabo Ledo e Sangano, em Luanda, Nzagi, província da Lunda Norte, Chinguar, província do Bié, Catchiungo, província do Huambo, e Ebo e Condé, Cuanza Sul.

A minuta do contrato desta empreitada, diz o despacho presidencial publicado em Diário da República, contempla a construção de subestações e linhas de transporte associadas, redes de distribuição, ligações domiciliares e iluminação pública a ser executado em 24 meses.

As obras estarão a cargo da empresa Mark Cables Fze.

Segundo o despacho, a medida enquadra-se na estratégia "Angola 2025" definida pelo Governo, bem como nos objetivos traçados no Plano de Ação do Setor da Energia e Águas 2018-2022 para a expansão, acesso à energia elétrica nas zonas urbanas, sedes municipais e áreas rurais.

DYAS // VM

Lusa/Fim

 

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