O governante guineense falava no ato da apresentação pública do plano estratégico do setor das pescas, elaborado pelo Governo, para o horizonte entre 2023 a 2027.

Orlando Viegas afirmou que o plano "vai dar continuidade a muitas das ações" previstas no documento produzido para o período entre 2015 e 2020 e que não foram executadas por falta de meios financeiros.

Referiu, no entanto, que entre as diretrizes do último plano estratégico "deve ser destacada a coragem política do Governo" em decretar, desde 2021, um período de repouso biológico e de toda a atividade de pesca na Guiné-Bissau.

O repouso biológico ocorre durante todo o mês de janeiro.

O ministro das Pescas sublinhou também que, nos últimos anos, o Governo adquiriu "mais meios" de fiscalização das águas territoriais, facto que está a ajudar o desenvolvimento do setor.

O plano estratégico apresentado promete, entre outras ações, uma atenção especial aos subsetores da pesca artesanal e industrial, bem como à aquacultura, apontada como componente que poderá gerar empregos e ajudar na segurança alimentar da população.

Por ser um país costeiro, a Guiné-Bissau "tem condições favoráveis para a aquacultura", refere o documento apresentado por um técnico do Ministério das Pescas no Instituto da Biodiversidade e das Áreas Protegidas (IBAP).

No documento, é ainda referido que o país já conta com algumas experiências-piloto em aquacultura, financiadas pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO, em sigla em inglês), mas que é preciso elaborar um quadro legal para esta componente.

MB // LFS

Lusa/Fim

A dose certa de informação. Sem contraindicações.

Subscreva a newsletter Dose Diária.

Esteja em cima do acontecimento.

Ative as notificações do SAPO.

Damos tudo por tudo, para que não lhe falte nada de nada!

Siga o SAPO nas redes sociais. Use a #portalSAPO nas suas publicações.