Diamantino de Azevedo lançou o repto hoje durante a conferência internacional Angola Oil & Gás, promovida pela Energy Capital & Power, que junta em Luanda até quinta-feira responsáveis políticos e líderes das principais empresas do setor de petróleo e gás.

Depois de um concurso público internacional onde participaram cinco entidades não ter convencido as autoridades angolanas, a petrolífera estatal Sonangol foi mandatada para avançar com a construção e retomar as obras da refinaria.

Hoje, o ministro dirigiu-se aos seus congéneres da Namíbia, Zâmbia, República Democrática do Congo, Guiné Equatorial, África do Sul e outros países africanos, desafiando-os a tornarem-se "sócios" de Angola, participando na refinaria do Lobito.

Em declarações à Lusa, o presidente da Sonangol, Sebastião Gaspar Martins, sublinhou que a petrolífera estatal "assumiu a responsabilidade de levar  a cabo este projeto de modo a refinar petróleo com 100% de responsabilidade Sonangol, mas sem fechar portas a outros parceiros".

Segundo Sebastião Gaspar Martins, já houve várias manifestações de interesse, entre as quais da Zâmbia, com uma proposta de pelo menos 15%, e hoje a da Guiné Equatorial, pela voz de Gabriel Obiang Lima, ministro das Minas e Hidrocarbonetos, que participou com Diamantino Azevedo num painel ministerial esta manhã.

"Estamos a concluir os estudos de engenharia de base e muito provavelmente, no início de 2023, no primeiro trimestre, vamos ter um pacote em condições para poder convidar mais parceiros a juntarem-se a nós", acrescentou o PCA da Sonangol.

A Sonangol decidiu avançar com a execução das obras da Refinaria do Lobito, depois de as cinco propostas para o investimento da refinaria do Lobito, apresentadas através de concurso público, não terem convencido o Governo.

 

RCR // JH

Lusa/fim 

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