"O desemprego em São Tomé e Príncipe é elevado, é preciso encontrar alternativas e expetativas que possam ser dadas as pessoas, existe muito desemprego jovem, temos muito desemprego que começa a ser desemprego de longa duração, estrutural", disse o sindicalista português no final de uma semana de visita a São Tomé e Príncipe.

"Há que fazer alguma coisa no sentido de promover a qualificação dos trabalhadores, dar-lhes expetativas de emprego e reagir áquilo que são as exigências do mercado de trabalho", defendeu Carlos Silva.

A visita incluiu um encontro, na sexta-feira, com o primeiro-ministro, Patrice Trovoada, e que contou com a presença da embaixadora portuguesa em São Tomé e Príncipe, Paula Silva e o secretário-geral da Organização dos Trabalhadores são-tomense (ONTSTP), João Tavares.

"Aproveitamos o ensejo também para explorar outras situações que preocupam,Portugal e São Tomé e calcularão que estou a falar da questão do emprego e do desemprego", acrescentou Carlos Silva.

O secretário-geral da UGT sublinhou ainda a "vontade do Governo português e da UGT de redinamizarem o centro de formação profissional de Budo Budo, se essa for a vontade do Governo de São Tomé".

Carlos Silva encontrou-se também com o ministro são-tomense do Emprego e Assuntos Sociais, Carlos Gomes, proferiu palestras visitou instituições e teve encontros de trabalho com a sua congénere são-tomense.

Com o ministro do Emprego e Assuntos Sociais foi manifestada a "vontade em espevitar ainda mais a cooperação portuguesa, apostando numa nova dinâmica para a formação profissional, mas acima de tudo respondendo a vontade da indústria portuguesa".

MYB/CC // NS

Lusa/fim

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