Wazir Ahmad Seddiqi, que dirige uma farmácia ao lado da praça, disse à Associated Press (AP) que quatro corpos foram levados para a praça, tendo três sido depois transportados para outras praças da cidade também com o objetivo de serem expostos.

Seddiqi afirmou que os talibãs anunciaram que os quatro tinham sido apanhados a participar num rapto e foram mortos pela polícia.

Mullah Nooruddin Turabi, um dos fundadores dos talibãs e principal defensor de uma interpretação severa da lei islâmica, disse à AP que o movimento extremista iria de novo aplicar execuções e amputações de mãos, mas talvez não em público.

Desde que os talibãs tomaram Cabul, em 15 de agosto, e assumiram o controlo do país, os afegãos e o mundo têm estado à espera que sejam retomadas as duras regras dos anos 90.

Os líderes do grupo continuam enraizados numa visão do mundo extremamente conservadora e extremista, mesmo que estejam a adotar mudanças tecnológicas, como a utilização de telemóveis de última geração.

AH // JNM

Lusa/fim

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