"Sabemos que a pena de morte não foi abolida ainda na Guiné Equatorial e não sabemos se será abolida. Sabemos que, há duas semanas, foram executadas nove pessoas na Guiné Equatorial", disse à agência Lusa a investigadora do Centro de Estudos Africanos do ISCTE, que já realizou um estudo sobre o ciberativismo na Guiné Equatorial, publicado em 2011.

De acordo com a especialista, estas pessoas foram "sumariamente executadas sem direito a uma apelação".

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