O galardão foi anunciado durante uma cerimónia realizada no auditório da Academia Militar, na Amadora, numa parceria com o Museu Militar de Lisboa.

Na ocasião, foi apresentado o palmarés composto por 32 prémios relativos ao ano anterior, atribuídos a museus, projetos, boas práticas, profissionais e diversas atividades desenvolvidas no setor, em todo o país.

O novo Museu Municipal da Covilhã era um dos dois finalistas que concorriam ao prémio principal do palmarés da APOM, a par do Museu Municipal de Lagos - Museu Dr. José Formosinho, no distrito de Faro.

Inaugurado em agosto de 2021, num edifício histórico que foi alvo de intervenções para resolver problemas estruturais e de acessibilidade, o Museu Municipal da Covilhã acolhe a representação do património cultural de todas as épocas de ocupação daquele território.

O presidente da APOM, João Neto, indicou à agência Lusa que o júri, composto pelos membros dos órgãos sociais da entidade, recebeu este ano cerca de 270 projetos candidatos, provenientes de todo o país.

Na eleição do Museu Municipal da Covilhã para Museu do Ano pesou a "grande aposta na inclusão, com vários aspetos de adaptação do novo museu ao acolhimento dos públicos com limitações a vários níveis", e que esta vertente "foi diferenciadora" para atribuir a distinção máxima.

O Prémio Museu do Ano é uma das principais distinções atribuídas pela APOM, num total, este ano, de 32 categorias a concurso, que distinguem, entre outras áreas, a melhor intervenção e restauro, o melhor catálogo, a melhor exposição, mecenato e projeto museográfico.

A edição deste ano distinguiu, como museólogos do ano, Alexandra Campos, Duarte Melo, Manuel Francisco Costa Pereira, Joana Sousa Monteiro, José Gameiro e Luísa Penalva.

No ano passado, o prémio Museu do Ano foi para a Casa Fernando Pessoa, dedicada à vida e obra do poeta, em Lisboa.

AG // TDI

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