"Queremos prevenir e ser muito prudentes para evitar riscos e preservar o que alcançamos este ano", salientou o primeiro-ministro de Itália, Mario Draghi.

A utilização do certificado sanitário, habitualmente disponibilizado a vacinados, recuperados ou com teste negativo, será reforçada e restringida.

Com o objetivo de 'salvar' o Natal, entre 06 de dezembro e 15 de janeiro o certificado sanitário apenas será concedido a vacinados e recuperados da doença.

Em Itália, o passe é exigindo para atividades de lazer como concertos, festas e discotecas, ou eventos desportivos, entre outras, noticia a agência EFE.

Mario Draghi referiu, em declarações aos jornalistas, que a pandemia está "sob controlo" mas "num ligeiro agravamento".

O executivo italiano determinou ainda no decreto-lei aprovado esta quarta-feira a vacinação obrigatória aos elementos das forças policiais, funcionários administrativos de saúde e professores, entre outras profissões.

A covid-19 provocou pelo menos 5.165.289 mortes em todo o mundo, entre mais de 258,29 milhões infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

 

DMC //RBF

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