Pyongyang afirmou que uma operação do género seria considerada uma "declaração de guerra", indicou a KCNA.

De acordo com a agência de notícias France-Presse (AFP), a declaração surge depois de um responsável norte-americano ter explicado que Washington dispõe de vários "meios reversíveis e irreversíveis" para "privar um adversário das suas capacidades espaciais e contrariá-las".

Depois de duas tentativas falhadas, em maio e agosto, Pyongyang conseguiu a 21 de novembro colocar um satélite espião em órbita. A Coreia do Sul confirmou na quinta-feira que o lançamento foi bem-sucedido.

"Se os Estados Unidos tentarem violar o território legítimo de um Estado soberano", Pyongyang "considerará a possibilidade de adotar medidas de autodefesa para enfraquecer ou destruir a viabilidade dos satélites espiões americanos", alertou um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros norte-coreano.

A Coreia do Norte garantiu esta semana que o satélite espião captou imagens da Presidência dos EUA, a Casa Branca, do Pentágono e de outras importantes instalações da defesa norte-americana.

De acordo com a Coreia do Sul, a Rússia ajudou a Coreia do Norte a lançar este satélite.

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