Segundo boletim epidemiológico, nos últimos 14 dias, ou seja, de 13 a 26 de junho, os laboratórios do país analisaram um total de 8.405 amostras, numa média de 600 por dia, e identificaram 2.461 casos novos.

Nesse período, a taxa de incidência acumulada foi de 432 casos por 100 mil habitantes, muito acima do desejado que é 25 casos por 100 mil habitantes.

A taxa de positividade foi, em média, de 29,2% no período em análise, também muito acima do desejado que é de 4%, enquanto a taxa de transmissibilidade (Rt) foi de 1,11%.

Segundo o Ministério da Saúde, neste momento, estão 33 pessoas internadas nos hospitais de Cabo Verde devido à covid-19, das quais 12 são pessoas com mais de 60 anos, mas sem critérios de gravidade, numa taxa de internamento de 36,3%.

Nas últimas 24 horas, as autoridades de saúde cabo-verdianas registaram mais 169 casos, em 512 amostras analisadas e há mais 261 recuperados.

Desde o início da pandemia, o país já contabilizou um total de 59.702 casos positivos acumulados, dos quais 58.131 casos recuperados, 403 óbitos e passa a contabilizar 1.116 casos ativos.

Na sexta-feira, o Instituto Nacional de Saúde Pública (INSP) anunciou que os resultados da sequenciação genómica do vírus SARS-CoV-2 do mês de maio mostram que 100% pertence à variante Ómicron, incluindo várias sub-linhagens, nomeadamente a sub-linhagem BA.5 que é a que mais circula na Europa, sobretudo Portugal.

Há uma semana, o primeiro-ministro cabo-verdiano descartou o regresso às medidas restritivas, como ao uso de máscara obrigatório em espaços fechados, devido ao aumento de casos, mas recomendou a autoproteção.

O país voltou em 06 de março à situação de alerta, o menos grave de três níveis, mantendo atualmente um nível "mínimo" de restrições devido à pandemia de covid-19, deixando de ser obrigatório a utilização de máscara na via pública e, já no final de abril, também em espaços fechados.

RIPE // RBF

Lusa/fim

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