Catarina Martins regressou esta tarde à sua escola, a secundária José Estêvão, em Aveiro, e do palco do comício onde se podia ler "Bloco. Esquerda de confiança" definiu os objetivos para as eleições legislativas de 30 de janeiro, mas também não esqueceu o primeiro-ministro, António Costa, que acusa de não ter explicado "até hoje quando é que mudou de ideias sobre a legislação laboral da 'troika'".

"O Bloco de Esquerda como terceira força política reforçada neste país imporá uma derrota à direita, porá a extrema-direita no seu lugar e vai vencer a maioria absoluta do PS para garantir, sim, que se abre um novo ciclo que deixe mesmo para trás a austeridade, que salve o SNS e que faça com que o salário seja digno e o emprego respeite quem trabalha e quem trabalhou toda uma vida", afirmou.

Apontando já ao voto antecipado que decorrerá no domingo, a coordenadora do BE defendeu que no distrito onde decorreu o comício, os aveirenses sabem que o BE "é a esquerda no parlamento, é a esquerda que fará a diferença", assegurando que os bloquistas são "incansáveis".

"Toda esta gente que se mexe, que não desiste, é toda esta força que dará ao Bloco de Esquerda a capacidade de impor um novo acordo e um acordo que comece pela saúde e pelo trabalho e que aqui toda a gente vai viver de cabeça erguida", sublinhou.

JF // ACL

Lusa/fim

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