Os dados foram hoje avançados durante uma reunião da comissão multissetorial para a prevenção e combate à covid-19, em Luanda, na presença de vários membros do executivo e especialistas em saúde, bem como representantes de associações setoriais -- da hotelaria e restauração aos mototaxistas e taxistas, organizadores de espetáculos e representantes da classe artística -- que expressaram as suas preocupações.

Segundo a diretora nacional de Saúde Pública, Helga Freitas, Angola recebeu até 03 de dezembro um total de 21.799.330 vacinas, das quais 10.215.920 adquiridas, com destaque para a chinesa Sinopharm (9.355.420), seguida da Johnson & Johnson (468.000) e da Sputnik (392.500).

No âmbito das doações no âmbito da iniciativa Covax foram recebidas mais cerca de 10 milhões de vacinas, sobretudo da Pfizer (5.368.830) e Astrazeneca (3.455.130), seguindo-se a Sinopharm (1.226.800) e 337.500 doses da Johnson & Johnson.

As doações bilaterais garantiram 920.000 vacinas da AstraZeneca, 200.000 da Sinopharm e 75.000 da Sputnik.

Mas para alcançar os seus objetivos Angola vai adquirir ou tem já comprometidas mais 29.133.620 doses, das quais 15.484.940 a cargo do Governo, com destaque para Johnson & Johnson (6.532.00), Sinopharm (4.741.080), Moderna (2.861.000), Pfizer (1 milhão), e Sputnik (352.600).

Outras 11.246.940 doses chegarão via mecanismo Covax (2.484.000 de AstraZeeneca, 3.963.600 de Johnson & Johnson e 4.799.340 da Pfizer) e 2400.000 serão doações bilaterais (Sinopharm).

Angola administrou até hoje 9.897.249 doses de vacinas contra a covid-19, das quais 6.678.637 correspondem à primeira dose.

O país africano quer vacinar 60% da população alvo (cidadãos maiores de 18 anos) com, pelo menos, uma dose até ao final deste ano, num total de cerca de 15 milhões de pessoas.

 

RCR // LFS

Lusa/fim

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