A quantidade de água armazenada subiu em todas as bacias hidrográficas em março comparativamente a fevereiro, com a do Barlavento Algarvio quase a triplicar a reserva, segundo o Sistema Nacional de Informação dos Recursos Hídricos (SNIRH).
A grande maioria (83%) das albufeiras do país está com água acima dos 80% da capacidade, estando quase todas as bacias hidrográficas do continente acima da média e a capacidade de armazenamento em 92%.
A grande maioria (83%) das albufeiras do país está com água acima dos 80% da capacidade, estando quase todas as bacias hidrográficas do continente acima da média e a capacidade de armazenamento em 92%.
Barragens mais cheias significa que medidas de combate à seca na região vão ser aliviadas. Governo e a região avaliam a 10 de março o novo cenário fruto da melhoria da situação hídrica. Presidente da Agência Portuguesa do Ambiente defende que é nos bons anos que é preciso trabalhar na resiliência hí
Em janeiro, apenas a região do litoral do Alentejo e o barlavento Algarvio estavam em situação de seca, na classe de seca fraca, segundo o índice meteorológico de seca (PDSI) do IPMA.
Em janeiro, apenas a região do litoral do Alentejo e o barlavento Algarvio estavam em situação de seca, na classe de seca fraca, segundo o índice meteorológico de seca (PDSI) do IPMA.
No final de janeiro 6,3% do território de Portugal continental estava em seca meteorológica, face a mais de 50% em dezembro, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
No final de janeiro 6,3% do território de Portugal continental estava em seca meteorológica, face a mais de 50% em dezembro, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera.
A quantidade de água armazenada subiu em todas as bacias hidrográficas em janeiro comparativamente a dezembro, segundo o Sistema Nacional de Informação dos Recursos Hídricos (SNIRH).
As barragens do Algarve estão com 49% da sua capacidade total de armazenamento de água, depois das chuvas dos últimos dias, o que permite assegurar o abastecimento de água por mais de um ano, segundo a APA.
2025 marca um novo capítulo na corrida contra o aquecimento global. Fenómenos como inundações, incêndios, calor extremo e seca estão entre os desafios ambientais para este ano. O relógio climático não pára: restam apenas quatro anos para agir.
2025 marca um novo capítulo na corrida contra o aquecimento global. Fenómenos como inundações, incêndios, calor extremo e seca estão entre os desafios ambientais para este ano. O relógio climático não pára: restam apenas quatro anos para agir.
A seca e os grandes incêndios florestais em Portugal e as cheias na região de Valência (Espanha) são alguns dos piores factos ambientais de 2024, indicou hoje a Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza.
A seca e os grandes incêndios florestais em Portugal e as cheias na região de Valência (Espanha) são alguns dos piores factos ambientais de 2024, indicou hoje a Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza.
A ministra do Ambiente anunciou hoje que está a ser estudado o abastecimento de água ao Algarve a partir do Alqueva, ligando esta barragem à de Santa Clara, também no Alentejo, e esta à da Bravura, no Algarve. Numa intervenção pública em Faro, Maria da Graça Carvalho adiantou que a interligação entr
A ministra do Ambiente anunciou hoje que está a ser estudado o abastecimento de água ao Algarve a partir do Alqueva, ligando esta barragem à de Santa Clara, também no Alentejo, e esta à da Bravura, no Algarve.
O mês de novembro foi o mais quente em Portugal dos últimos 94 anos, revelou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), avançando que se verificou uma diminuição da área em seca meteorológica na região Sul.
O mês de novembro foi o mais quente em Portugal dos últimos 94 anos, revelou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), avançando que se verificou uma diminuição da área em seca meteorológica na região Sul.
As secas custam mais de 300 mil milhões de dólares (285 mil milhões de euros) por ano em todo o mundo, alertou a ONU esta terça-feira num relatório apresentado no segundo dia da COP16 sobre a desertificação.
As secas custam mais de 300 mil milhões de dólares (285 mil milhões de euros) por ano em todo o mundo, alertou a ONU esta terça-feira num relatório apresentado no segundo dia da COP16 sobre a desertificação.