O DJ Padre Guilherme já não é apenas um nome de culto em festas populares portuguesas — tornou-se um verdadeiro fenómeno internacional, levando a batida eletrónica com fé do altar para os grandes palcos.

Entre 2024 e 2025, os valores contratados para as suas atuações mais do que duplicaram. Em Anadia, durante a Feira da Vinha e do Vinho, o sacerdote-DJ cobrou 7.500 euros, e em Lousada, no Festival VILA 2024, o montante foi de 6.000 euros. Um ano depois, a realidade mudou.

Para a FACIT 2025, em Tábua, o valor disparou para 14.500 euros. Já nas Festas de Oeiras, um dos eventos mais mediáticos do ano, a contratação do DJ Padre Guilherme foi fechada por 16.000 euros. Os dados constam dos contratos públicos publicados no portal BASE, avança o 24Horas após fazer uma consulta ao portal.

Importa sublinhar que estes valores abrangem a totalidade dos custos associados ao espetáculo, incluindo som, luz, transporte, equipa técnica e a desempenho ao vivo.

Do altar ao Cristo Redentor

A carreira do Padre Guilherme ganhou uma nova dimensão após a Jornada Mundial da Juventude em Lisboa, com atuações marcantes em palcos como o Santuário do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, ou a abadia de Grimbergen, na Bélgica. Também passou por Madrid, na ‘Festa da Ressurreição’, e atuou até na meca da música eletrónica: o Hi Ibiza, em Espanha.

Agenda cheia, cachês a subir e uma presença cada vez mais internacional: o DJ Padre Guilherme é hoje um caso sério de popularidade onde se cruza fé, juventude e música.