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Investidores “indecisos” e mercados com comportamento “errático”. As palavras empregues por João Pisco, analista financeiro e de mercados do Bankinter, descrevem na perfeição a reação das bolsas mundiais ao surto do novo coronavírus. A última semana de janeiro começou e acabou com quedas fortes em Wall Street, provocadas pelos receios sobre o vírus. A primeira semana de fevereiro arrancou com um trambolhão de quase 8% no índice Shanghai Composite. Foi a pior sessão em mais de quatro anos, mas tendo em conta que foi a primeira nos mercados chineses após as férias do ano novo lunar, nem foi tão castigadora quanto se previa. As bolsas norte-americanas também recuperaram, com três sessões positivas a levarem os S&P500 e o Dow Jones Industrial para perto de máximos históricos. Pedro Lino, administrador da Optimize Investment Partners, realçou que “a reação a este surto foi bastante mais curta do que nos anteriores, com os mercados a recuperarem em quatro dias, apesar de estarmos a falar na maior operação da história em termos de número de pessoas em quarentena, vigilância e velocidade de propagação por todas as geografias”.
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