Seat e Vhils revelam obra de arte Arona

O desafio foi lançado pela Seat e foi aceite por Alexandre Farto, perdão, Vhils: construir uma obra de arte tendo por base o Seat Arona. O resultado é uma escultura impressionante.

O desafio foi lançado pela Seat e foi aceite por Alexandre Farto, perdão, Vhils: construir uma obra de arte tendo por base o Seat Arona. O resultado é uma escultura impressionante.

A peça assinada por Vhils, artista de arte urbana, é uma reinterpretação singular do Seat Arona, exclusiva e que está já disponível para contemplação no Museu de Arte Contemporânea de Cascais (MARCC).

Para fazer esta peça, Vihls necessitou de seis meses e envolveu o uso de 15 toneladas de cimento, tendo sido criada através de um molde composto por ferro, EPS, silicone e fibra de vidro. A produção do molde levou seis semanas e envolveu oito pessoas na sua construção.

Para Teresa Lameiras, responsável pelo marketing e comunicação da Seat Portugal, este trabalho tem muito a ver com a marca. “Temos um historial de ligação às artes, especialmente ao design, característica intrínseca da Marca. Esta ligação foi evoluindo até chegar a um diferente estilo de design: a arte urbana.  Depois de, há 3 anos, numa parceria feita com Pedro Pires, a Solid Dogma e Alexandre Farto, termos homenageado Cascais através de uma escultura que imortaliza a figura típica do pescador, agora esta nossa parceria com o Vhils resultou numa peça de 15 toneladas, que ficará exposta em permanência nesta vila.” Palavras sublinhadas pelo diretor geral da Seat Portugal, Rodolfo Florit que disse “no ano em que a marca celebra 15 anos em Portugal, e quando atravessa a sua maior ofensiva de produto de sempre, decidimos apresentar uma obra marcante e disruptiva como a própria Seat, que tem vindo gradualmente a reforçar a sua posição no mercado, fruto de um esforço continuado num setor exigente e em constante evolução. Neste momento, a Seat está no Top 10 das marcas mais vendidas em Portugal e é também a que mais cresce, apresentando um crescimento acumulado de 24%”.

Para Vhils, ou Alexandre Farto, esta peça “é uma obra que eu espero possa ser redescoberta daqui a 100 anos quase como um fóssil, um artefacto da sociedade contemporânea em que vivemos, capaz de levar a uma reflexão sobre a nossa condição atual, sobre o momento de desenvolvimento humano de hoje. Daí também a escolha do material. A peça representa, em suma, a ideia de uma certa intemporalidade, que se encontra associada ao design do veículo, mas também do tempo em que vivemos.”

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