Wall Street encerra semana em terreno positivo. Só Nasdaq fechou no vermelho

Trump voltou a acenar com mais uma taxa, desta vez dirigida à União Europeia. Mas o principal índice norte-americano fechou a semana no verde e o Dow Jones também suspendeu as perdas sucessivas.

Trump voltou a acenar com mais uma taxa, desta vez dirigida à União Europeia. Mas o principal índice norte-americano fechou a semana no verde e o Dow Jones também suspendeu as perdas sucessivas.

Wall Street encerrou a última sessão da semana em alta, apesar de o dia ter sido marcado pelo anúncio de mais uma medida protecionista por parte de Donald Trump. Enquanto o Dow Jones pôs um travão a quebras sucessivas, as ações das tecnológicas empurraram o Nasdaq para o vermelho.

O S&P500 fechou a ganhar 0,19%, para 2.754,89 pontos, e o industrial Dow Jones também valorizou 0,49%, para 24.580,89 pontos, suspendendo assim uma sucessão de oito dias de quebra. Só o Nasdaq encerrou no vermelho, perdendo 0,26%, para 7.692,82 pontos.

O Presidente dos Estados Unidos continua a apostar nas medidas protecionistas. O alvo começou por ser a União Europeia, Canadá e México, depois a China, e agora de novo a Europa, que hoje também implementou um conjunto de tarifas as importações norte-americanas. Desta vez, Donald Trump acenou com uma nova taxa, de 20%, sobre todos os carros fabricados na União Europeia que entram nos Estados Unidos.

“Tendo em conta as taxas e barreiras comerciais aplicadas pela UE aos EUA e às suas grandes empresas e funcionários, caso estas não sejam quebradas e retiradas, avançaremos com uma taxa de 20% em todos os carros a dar entrada nos EUA. Construam-nos aqui!”, afirmou Donald Trump na sua conta de Twitter.

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Já entraram em vigor as medidas que a União Europeia adotou em resposta aos impostos de Washington sobre o aço e o alumínio, e que vão afetar alguns produtos norte-americanos, como ‘jeans’, whisky ou motociclos.

Ainda esta sexta-feira, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) aceitou aumentar em cerca de um milhão de barris por dia a produção de petróleo. E “menos incerteza sobre a OPEP é sempre uma coisa boa”, afirmou Michael Antonelli, da Robert W. Baird, citado pela Reuters.

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