PS rendeu-se ao rigor das contas públicas? Centeno diz que “estratégia é para continuar”

O ministro das Finanças chegou à Batalha, depois de elogios no Congresso do PS. Numa mini-entrevista ao ECO, Mário Centeno explica que são contas públicas certas que permitem políticas sociais.

O ministro das Finanças chegou à Batalha, depois de elogios no Congresso do PS. Numa mini-entrevista ao ECO, Mário Centeno explica que são contas públicas certas que permitem políticas sociais.

Mário Centeno esteve no congresso socialista este domingo para o encerramento. Mas antes foi o ausente mais presente. Deu trunfos a Costa que quis destacar que o PS acabou com o mito de que só a direita tem contas em ordem e apareceu por várias vezes nos ecrãs da sala do congresso, em momentos em que anuncia sucessos da sua política. Muitos o elogiaram no palco, mas Centeno não é militante e há notícias de que sonha com voos mais altos.

Como viu o facto de o PS lhe ter agradecido várias vezes o seu trabalho como ministro das Finanças?

O rigor das contas públicas, de modo a permitir o financiamento sustentável das políticas sociais, estava presente no cenário macroeconómico que constituiu a base do programa eleitoral do PS. O PS nunca negou nenhuma das dimensões.

Mas o PS rendeu-se ao rigor das contas públicas…

Como o secretário-geral anunciou hoje, esta estratégia é para continuar e é essa a garantia mais importante para o futuro.

Tem disponibilidade para voltar a ajudar o PS no próximo programa económico, participar nas listas ou integrar um Governo do PS se o partido vencer as legislativas de 2019?

As decisões sobre a minha participação são extemporâneas neste momento.

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