Preços dos combustíveis não mexem na próxima semana

Atestar o carro de gasolina vai custar o mesmo a partir da próxima segunda-feira. A mesma tendência deverá ter o gasóleo, apesar de poder ocorrer um aumento ligeiro de meio cêntimo por litro.

Atestar o carro de gasolina vai custar o mesmo a partir da próxima segunda-feira. A mesma tendência deverá ter o gasóleo, apesar de poder ocorrer um aumento ligeiro de meio cêntimo por litro.

Após duas semanas de quedas, conte com uma estabilização dos preços dos combustíveis na próxima semana. O custo de atestar o carro de combustível não deverá sofrer qualquer alteração na próxima segunda-feira.

Tanto o preço da gasolina e como o preço do gasóleo deverão manter-se nos níveis desta semana, segundo avançou ao ECO fonte do setor. Esta admite, contudo, a possibilidade de no gasóleo poder ocorrer uma ligeira subida de meio cêntimo por litro.

Tendo em conta este cenário, a partir de segunda-feira, o preço médio do litro da gasolina simples de 95 octanas deverá manter-se nos 1,583 euros que vigorou nesta semana, de acordo com os dados divulgados pela Direção Geral de Energia.

Já no caso do gasóleo simples, o preço médio do litro deverá continuar nos 1,583 euros, ou caso se confirme uma subida de meio cêntimo, o custo deste tipo de combustível poderá subir até um preço médio de 1,583 euros por litro.

A evolução dos preços dos combustíveis tem por base o comportamento das cotações da matéria-prima subjacente, o petróleo, na última semana. O barril de Brent, negociado em Londres, está atualmente a cotar nos 94,87 dólares, refletindo uma ligeira desvalorização de 0,2% face à última sexta-feira.

Isto acontece numa altura em que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) prepara uma reunião na próxima semana, em Viena, Áustria, quando dois dos maiores produtores mundiais — a Arábia Saudita e a Rússia — já sinalizaram que estão prontos para aumentar a oferta de barris no mercado.

Foi o ministro russo da Energia, Alexander Novak, quem revelou esta quinta-feira que russos e sauditas irão “em princípio” apoiar um aumento gradual da produção, após terem imposto restrições à produção durante 18 meses.

(Notícia atualizada às 11h27)

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