Porque é que há menos mulheres nos negócios? Fomos ouvi-las

Universo das startups está de braços abertos à inovação, mas será que ainda tem preconceitos do passado? Empreendedoras e investidoras explicam ao ECO a fraca representação feminina neste campo.

Universo das startups está de braços abertos à inovação, mas será que ainda tem preconceitos do passado? Empreendedoras e investidoras explicam ao ECO a fraca representação feminina neste campo.

No início, eram três. Duas mulheres e um homem, todos investigadores na Universidade do Porto e contaminados pela ideia de que os seus projetos deveriam ver a luz do dia. Juntos fizeram a Movvo e assim começou a aventura de Suzy Vasconcelos, Diana Almeida e Roberto Ugo no mundo do empreendedorismo… mas nem tudo nesse universo de pequenas e grandes revoluções, futuros e disrupções são rosas.

“Íamos os três a uma reunião e depois quem era contactado era o homem”, começa por contar Suzy Vasconcelos ao ECO. A cofundadora da startup — que se foca na utilização de sensores para entender, prever e influenciar o comportamento dos consumidores — realça, por isso, que ainda se sente o estigma de ser mulher. “As pessoas eram respeitadas, mas a palavra final, se fosse dada pelo homem, os clientes sentiam-se mais tranquilos”, explica.

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