Lisboa avança pela segunda sessão em 2018. CTT somam 1%

O PSI-20 abriu em terreno positivo, animado pela subida dos títulos do BCP e das energéticas. Títulos dos CTT continuam a beneficiar do plano de reestruturação.

O PSI-20 abriu em terreno positivo, animado pela subida dos títulos do BCP e das energéticas. Títulos dos CTT continuam a beneficiar do plano de reestruturação.

A praça bolsista lisboeta entrou na segunda sessão o ano em alta, prolongando o melhor arranque do PSI-20 dos últimos cinco anos. O índice bolsista nacional está a ser puxado pelos títulos do BCP e das energéticas, sendo ainda animado pelo avanço de 1% das ações dos CTT. A bolsa de Lisboa acompanha o avanço das pares europeias.

O PSI-20 avança 0,23%, para os 5.482,45 pontos, com 14 títulos em terreno positivo, dois em queda, enquanto os restantes dois títulos ainda não negociaram.

O rumo do índice bolsista nacional está a ser conduzido pelo avanço das ações do BCP, que valorizam 0,32%, para os 28,09 cêntimos, mas também pelas cotadas do setor da energia. No universo EDP, referência para a subida de 0,24%, para os 2,91 euros, das ações da EDP, enquanto a sua participada EDP Renováveis progride 0,29%, para os 6,94 euros.

Os CTT são, contudo, o foco da sessão. As ações da empresa liderada por Francisco Lacerda, abriram com o segundo melhor registo da sessão, a valorizarem 1,10%, para os 3,68 euros, com os investidores a responderem de forma positiva ao plano de reestruturação apresentado no final de dezembro pela administração dos CTT. Entretanto, como noticiou esta terça-feira o ECO, já são conhecidas as primeiras 22 lojas que a empresa pretende encerrar.

Em queda, a Mota-Engil e a Nos eram as únicas referências no arranque da sessão. As ações da construtora abriram a desvalorizar 0,26%, para os 3,78 euros, enquanto as da telecom arrancaram a perder uns ligeiros 0,09%, para os 5,56 euros.

Fora do PSI-20, destaque positivo para a Impresa que liderava as subidas da bolsa lisboeta com ganhos de 2,27%, para os 36 cêntimos por ação, depois de nesta terça-feira ter sido oficializada a venda da Visão e outras revistas do grupo a Luís Delgado por 10,2 milhões de euros.

(Notícia atualizada às 8h22 com mais informação)

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