Contas “low cost” aumentam 30% em 2017

As contas de serviços mínimos fixaram-se nas 44 mil no final do ano. Quase 12 mil novas contas do tipo foram abertas, das quais cerca de metade foram conversões de contas à ordem.

As contas de serviços mínimos fixaram-se nas 44 mil no final do ano. Quase 12 mil novas contas do tipo foram abertas, das quais cerca de metade foram conversões de contas à ordem.

O ano passado terminou com 44.618 contas de serviços mínimos ativas na banca portuguesa, mais 28% do que no ano anterior, de acordo com dados divulgados esta quinta-feira pelo Banco de Portugal. Este tipo de contas, conhecidas como “low cost”, resultam em parte da conversão de contas à ordem. Este ano, essas conversões determinaram metade das novas contas de serviços mínimos.

A 31 de dezembro de 2017, havia 44.618 contas de serviços mínimos bancários no sistema bancário português. Das 11.992 contas abertas nesse ano, 51% foram conversões de contas à ordem. Também houve contas encerradas: 2.327 no total, das quais 80% por iniciativa do cliente.

Os dados do Banco de Portugal referem-se, porém, aos registos até 31 de dezembro. A 1 de janeiro, as leis que regem as contas de serviços mínimos bancários, serviços considerados essenciais para os cidadãos e aos quais estes devem ter acesso a custo reduzido de tiverem necessidade, já mudaram.

Entre as alterações inclui-se o alargamento dos serviços fornecidos por este tipo de conta, que passam a incluir transferências através do homebanking. O valor máximo da comissão a cobrar foi reduzido para 1% do indexante de apoios sociais (IAS).

Depois de nos primeiros anos este regime ter apresentado uma adesão fraca, foi flexibilizado para abranger mais pessoas e também foi fomentada a sua publicitação nos balcões.

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