Foi oficialmente confirmado pela Bentley, a redução de um quarto da sua força de trabalho, qualquer coisa como um milhar de pessoas.

Ninguém se fica a rir e até as marcas de luxo têm de deitar mão a todas as medidas, extras ou convencionais, para reduzir custos e fazer face á queda abrupta de produção e de receita sentida devido á pandemia de Covid-19.

Adrian Hallmark, o CEO da Bentley, referiu no comunicado que anuncia o despedimento de mil colaboradores, que “perder colegas é algo que não tratamos de ânimo leve, mas este é um passo absolutamente necessário para salvaguardar a maioria dos postos de trabalho que vão sobrar.” Hallmark não revelou dados, mas sabe-se que os custos desta ação vão ser elevados.

Os mil postos de trabalho que vão ser obliterados serão, todos, no Reino Unido, a maioria deles devido rescisões voluntárias a troca de indeminizações. Apesar da marca ter melhorado a sua previsão financeira e ter aumento as vendas em 2019 (mais 5% para 11 mil unidades), a marca britânica precisa de muito mais para se manter rentável, não estando fora de hipóteses mais despedimentos, até porque a fábrica de Crewe já regressou á produção com metade dos efetivos e tem sido suficiente para o volume de vendas atual.