WEC em Silverstone: Novo triunfo para Alonso e Toyota

Portugueses azarados em medidas diferentes no WEC

Fernando Alonso, Sebastien Buemi e Kazuki Nakajima venceram pela terceira vez consecutiva no Campeonato do Mundo de Endurance FIA, desta feita nas 6 Horas de Silverstone. O trio da Toyota Gazoo Racing, contou com um Toyota TS050 Hybrid ao seu melhor nível, e deixaram os seus colegas de equipa, Kamui Kobayashi, José Maria Lopez e Mike Conway a 19,264s.

Contudo, as coisas foram mais complicadas do que parece, já que os dois Toyota alternaram-se na frente da corrida, com Alonso a passar Mike Conway na terceira hora, ‘favor’ que José Maria Lopez devolveu na hora seguinte ao passar Kazuki Nakajima, e só na derradeira meia hora de corrida, o Toyota #8 passou para a frente do #7, por aí ficando até ao fim.

Se os LMP1 híbridos andaram sempre na frente, já entre os restantes seis LMP1 houve algumas escaramuças, e só três lograram ver a bandeira de xadrez, embora um quarto tenha ficado classificado. Os dois Rebellion R13 superiorizaram-se ao BR Engineering BR1 AER da SMP Racing. O RB13 #3 de M. Beche, T. Laurent e G. Menezes fechou o pódio na frente do #1 de Neel Jani e Andre Lotterer. Quinta posição para o #17 da SMP Racing de de S. Sarrazin e E. Orudzhev, com o sexto posto – muito atrasado – a ficar na posse do outro BR Engineering BR1 AER da SMP Racing que cumpriu somente 165 das 197 voltas dos vencedores.

Na LMP2 o triunfo foi para o Oreca 07-Gibson#38 da Jackie Chan DC Racing, com os colegas de equipa do #37 a contribuírem para uma dobradinha. Ho-Pin Tung, Gabriel Aubry e Stéphane Richelmi venceram a classe, 1.971s na frente dos colegas de equipa, Jazeman Jaafar, Nabil Jeffri e Weiron Tan. O terceiro lugar foi para o Alpine A470-Gibson de Nicolas Lapierre, Pierre Thiriet e André Negrão, que ficaram a duas voltas fruto duma forte penalização..

Nos GTE-Pro, houve um grande duelo entre a Ford e a Porsche com alguns ‘chega para lá’ pelo meio, mas foi a Ferrari a vencer, por intermédio de James Calado e Alessandro Pier Guidi, que sem velocidade para acompanhar os adversários, foram muito inteligentes na estratégia de corrida, apostaram muito na poupança de combustível e viram a sorte bater-lhes à porta com os diversos períodos de bandeiras amarelas, onde poupavam combustível e não perdiam mais terreno para os adversários. A endurance é também muito ‘isto’, ritmo e estratégia.
O Porsche #911 de Richard Lietz e Gianmaria Bruni terminou 14.351s atrás do Ferrari vencedor, com o Ford GT #67 de Harry Tincknell e Andy Priaulx a fechar o pódio da classe.

Quanto ao BMW M8 GTE de António Félix da Costa, só durou 116 voltas devido a um problema com o motor. Os seus colegas de equipa no carro homólogo #81, de Martin Tomczyc e Nicky Catsburg foi sexto da classe a uma volta dos vencedores.

Na categoria GTE-Am, Pedro Lamy terminou a pouco mais de um segundo do pódio, isto depois de uma corrida atribulada que começou logo com um toque de um Ferrari, nos primeiros metros da prova, facto que levou o Aston Martin #98 às boxes para reparações.

Depois disso, Pedro Lamy e os seus colegas de equipa recuperam muitas posições, chegaram a rodar no terceiro lugar, mas ficaram fora do pódio da classe.

O vencedor da classe foi o Porsche 911 RSR #77 da Dempsey-Proton Racing, de Christian Ried, Julian Andlauer e Matt Campbell, que terminaram 46.878s na frente do Aston Martin Vantage #90 da TF Sport.

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