Com vários pilotos novos a entrar na grelha em 2021, alguém tinha de sair e um deles é Tito Rabat, cuja carreira recordamos agora

em MotoGP, a sua carreira não foi tão fácil, obrigado a competir numa Desmosedici com dois anos

A grelha de MotoGP despediu-se este ano de Tito Rabat, que teve uma carreira algo apagada na classe rainha, mas com sucessos anteriores nas classes mais pequenas.

Estes começaram no Grande Prémio da China em 2007 com um pódio, marcando talvez o que seria uma constante de oportunidades passadas ao lado na sua carreira, pois de líder passou na última volta a terceiro na corrida ganha por Lukas Pesek.

Já a seguir, nas Moto 2, o piloto de Barcelona dominou mais conclusivamente, vencendo pela primeira vez aos 23 anos em Jerez, depois de sair da Pole para liderar o Campeonato da classe intermédia.

2014 veria o espanhol conquistar o seu título de Moto 2 na altura defrontando pilotos como Nakagami e Mika Kallio.

Rabat começou logo bem com vit amizade pesosla do seu pai com o dono da dquipa o com dois anos, os agora ontem ória no Qatar, antes de repetir em Mugello e na Catalunha a caminho do título, que conquistou na República Checa na Kalex da Marc VDS numa época marcada por sete vitórias, que incluíram também Silverstone em Inglaterra.
Como sabemos, em MotoGP, a sua carreira não foi tão fácil, sendo um “piloto pagante” na Ducati Avintia e obrigado a competir numa Desmosedici com dois anos, com tudo o que isso implica, só entrando na classe em parte graças à amizade pessoal do seu pai com o dono da equipa Raul Romero e à considerável influência deste, joalheiro em Andorra, que assegurou o patrocínio principal da relojoeira Hublot para a equipa.

Rabat viria acabar a época apenas em 22º tendo pontuado em apenas quatro corridas, com um melhor resultado de 11º na Andaluzia, um final algo inglório para o piloto, que agora, supostamente, ruma ao mundial de Superbike sem ter equipa confirmada ainda.