O aumento da competitividade em MotoGP mostra que, de 2016 a 2020, 16 pilotos estiveram no topo e os 10 melhores finalistas no top 15 vieram nas últimas quatro épocas

No Grande Prémio da Estíria de 2020, com Oliveira a vencer em MotoGP, Marco Bezzecchi em Moto2 e Celestino Vietti em Moto3, foi a primeira vez que houve três vencedores novos nas três classes

Nos últimos anos, temos sido entretidos com uma quantidade interminável de magníficas corridas de MotoGP. Quando mais uma temporada impressionante em pista se aproxima do fim em 2020, compilámos algumas das principais estatísticas dos últimos cinco anos para mostrar como este desporto é deslumbrante.

Desde 2016, houve 16 vencedores diferentes na classe rainha. Este número é igual ao estabelecido entre 1976 e 1980: Marc Márquez, Dani Pedrosa, Valentino Rossi, Jorge Lorenzo, Cal Crutchlow, Andrea Iannone, Andrea Dovizioso, Maverick Viñales, Jack Miller, Alex Rins, Danilo Petrucci, Fabio Quartararo, Brad Binder, Miguel Oliveira, Franco Morbidelli e Joan Mir.

No Mundial de 2020, o campeão do mundo Mir tornou-se no nono vencedor diferente de 2020.

O famoso marco é igual ao recorde de mais vencedores diferentes numa única temporada de classe rainha, estabelecido em 2016.

Em 2020, com Quartararo (Espanha), Binder (República Checa), Oliveira (Estíria), Morbidelli (São Marino) e Mir (Europa), vimos o surgimento de cinco vencedores pela primeira vez numa única temporada de estreia na história dos Grandes Prémios moto.

Acima, os 10 melhores finalistas de todos os tempos na classe rainha de Grande Prémio, todas elas desde 2017 (apenas as corridas que completaram a distância total são consideradas para inclusão nas seguintes tabelas): No Grande Prémio da Estíria de 2020, com Oliveira a vencer em MotoGP, Marco Bezzecchi em Moto2 e Celestino Vietti em Moto3, foi a primeira vez que houve três vencedores novos nas três classes desde Assen em 2016.

Jack Miller, Takaaki Nakagami e Francesco Bagnaia foram os três vencedores do Grande Prémio da Holanda nesse ano.

No Grande Prémio da Checa de 2020, pilotos de sete nacionalidades diferentes subiram ao pódio nas três classes, e que foi a primeira vez que tal aconteceu desde Silverstone, em 2016.

Depois do Grande Prémio de Emilia Romagna, com os vencedores a virem de França e da África do Sul, mais um Português, Italiano e Espanhol em MotoGP durante a época, esta é a primeira vez que há cinco nacionalidades diferentes a vencer numa única época de estreia desde 2000, com seis nacionalidades (o recorde da classe).

Em 2020, houve 26 vencedores diferentes em todas as classes de Grandes Prémios, tendo o recorde de 2016 com 25.