Chase Carey veio a público dizer uma coisa que é óbvia, ao referir que não tem certeza de quando a temporada 2020 poderá começar.
Como se pode calcular a F1 estuda planos de contingência e o jornal italiano La Gazzetta dello Sport alega que vai existir hoje uma reunião por videoconferência entre a Liberty, a FIA e os chefes das equipas onde se vai tentar por de pé um calendário de 17 ou 18 corridas, que começará em junho e se estenderá até meados de dezembro em Abu Dhabi. Fala-se na possibilidade do GP do Mónaco ser a corrida de abertura, no final de maio sendo que para já: “O Grande Prémio Histórico e a Fórmula 1 estão previstos para acontecer como previsto originalmente”, confirmou o Automóvel Clube do Mónaco.

Fala-se também em fins-de-semana consecutivos de Grandes Prémios, com o formato reduzido para apenas dois dias. O plano passa por ter 18 corridas em 182 dias, uma corrida a cada dez dias.
Seja como for, o que falta nesta equação, que em teoria parece boa, é que ninguém sabe quando voltará a ser seguro retomar a vida normal, fim de maio, junho, julho, ou pior e esse dado influenciará tudo o que ficar para a frente: “Todos querem saber o que vem a seguir para a Fórmula 1 em 2020, mas não há como dar respostas específicas ao dia de hoje. Planeamos iniciar a temporada 2020 assim que for seguro fazê-lo”, disse Chase Carey. O ponto fundamental é mesmo: quando será possível começar. A partir desse momento é que tudo se delineará. Seja na F1 ou noutra qualquer competição.