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Deter 30 dos 50 municípios em que o presidente está impedido de voltar a candidatar-se em 2021, devido à limitação legal de três mandatos consecutivos implementada para terminar com os “dinossauros” do poder local, poderia ser muito mais preocupante para o PS se o partido com maior número de câmaras não se tivesse antecipado: oito dessas autarquias já estão a ser geridas por antigos vereadores, enquanto os anteriores titulares transitaram, na maior dos casos, para outras esferas do poder. Assim aconteceu a dois elementos do XXII Governo Constitucional. Maria do Céu Albuquerque trocou a Câmara de Abrantes pelo Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, enquanto Berta Nunes passou da Câmara de Alfândega da Fé para a Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas. Mas também o grupo parlamentar socialista foi enriquecido com ex-autarcas que não poderiam voltar a ser eleitos em 2021. Nomeadamente outro dos históricos “dinossauros” do poder local português: Raul Castro deixou a Câmara de Leiria na sequência das últimos legislativas, interrompendo décadas de vida autárquica que o levaram a conquistar a Câmara da Batalha nas listas do CDS-PP.
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