lazer
Nationalgeographic
De prodígio a símbolo, a sua caminhada revelou a magnitude do seu talento e o fogo inesgotável que lhe estava subjacente. Texto: Claudia Kalb Fotografías: Paolo Woods e Gabriele Galimberti É a manhã anterior ao dia do leilão impressionist and modern art evening da christies, na cidade de Nova Iorque e, de repente, ali está ele. À entrada da casa leiloeira, o vibrante retrato geométrico de Pablo Picasso, Femme Accroupie (Jacqueline), percorre uma galeria, carregado por dois colaboradores vestidos de negro. A tela, pintada no Sul de França em Outubro de 1954, é protagonizada por Jacqueline Roque, amante de Picasso, de 27 anos de idade, e mais tarde sua mulher. O artista, então com 72 anos, pintou a Femme Accroupie num só dia e o quadro vibra, efusivo, com pinceladas vigorosas, pigmentos espessos, formas arrojadas, olhos mal alinhados e nariz invertido. Luz dourada envolve o corpo de Jacqueline. Mesmo sem estar pendurado numa parede, o quadro atrai as atenções. {loadposition artigopicassogenio} Nessa noite, o leiloeiro Adrien Meyer começou as licitações no valor-base de 12 milhões de dólares, mas a parada elevou-se repentinamente quando dois representantes da Christies iniciaram um duelo telefónico em nome dos seus clientes anónimos.
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