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A propogação do coronavírus fora da China acelerou em fevereiro e o primeiro caso em Portugal foi confirmado apenas esta semana, mas o nervosismo que está a afectar o setor do turismo começou há várias semanas, segundo o maior grupo hoteleiro português. “Sente-se um impacto negativo desde janeiro que se traduz em abrandamento nas reservas e alguns cancelamentos, em especial de grupos”, afirmou fonte oficial do Grupo Pestana ao Económico Madeira (ver edição mensal que acompanha o JE). “Muitos deles não cancelam, em definitivo, mas adiam os eventos programados”. “Desta forma, as unidades [no conjunto da rede nacional Pestana] mais afetadas são as que são mais procuradas para grupos, ou seja, as de cidade”, adiantou, O Grupo Pestana, que originou na Madeira em 1972, tem e gere 100 hotéis em Portugal e no estrangeiro, que albergam 3,5 milhões de hóspedes por ano. Em 2019, o grupo registou volume de negócios consolidado de 450 milhões de euros, mais 12,5% face ao o exercício de 2018. Presente em 15 países, tem mais de 12.000 quartos na Europa, África e América e uma equipa global de sete mil colaboradores, sendo o maior grupo hoteleiro multinacional de origem portuguesa.
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