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Pedro Baltazar enfatiza os melhores resultados da história da Nova Expressão, atingidos em 2019. O que espera da nova direção da Nova Expressão [anunciada esta semana]? O Filipe Teotónio Pereira já conta muita experiência de mercado. Foi sempre o número três e depois número dois em toda a estrutura de clientes e desenvolvimento de media, isto é o âmago da Nova Expressão. É um homem que lidera equipas e com a frescura que hoje a media e os clientes querem, no sentido de chegarem aos seus consumidores. Como vai a Nova Expressão apostar no digital? O que nos interessa é o domínio e o conhecimento de onde está o consumidor, ou antever onde este vai estar nos próximos tempos. O que é relativamente novo é que os clientes querem que a agência os acompanhe no seu próprio desenvolvimento tecnológico de media. A que se deve essa resistência ao digital por parte dos media? Tem a ver com uma mentalidade muito situacionista dos quadros desses grupos. Hoje poderiam estar a recolher do investimento das empresas nacionais mais 10% ou 15% do que estão a recolher. O último ano foi o melhor de sempre ao nível da faturação da Nova Expressão (25 milhões de euros). Traçámos um plano estratégico para a Nova Expressão que não vai ficar por aqui.
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