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Nationalgeographic
O neurocientista Vitaly Napadow, da Faculdade de Medicina de Harvard e do Hospital Geral de Massachusetts, estuda a forma como o cérebro concretiza a percepção da dor. Para tal, recorre à electroencefalografia para monitorizar os padrões das ondas cerebrais dos pacientes com dor crónica na região lombar. Fotografia: Robert Clark Texto: Yudhijit Bhattacharjee Fotografias: David Guttenfelder, Robert Clark, Robin Hammond, Craig Cutler e Mark Thiessen "A dor era um problema menosprezado pela profissão médica, pois não existiam intervenções seguras e eficazes." - Neurobiologista Clifford Woolf, Hospital Infantil de Boston Há três décadas, enquanto lutava contra o cancro, Tom Norris fez radioterapia na virilha e perna esquerdas. O seu cancro desapareceu e não voltou. Contudo, ficou com uma dor penetrante, que lhe subia, ao longo da coluna, desde a anca até ao pescoço. Desde então, Tom, agora com 70 anos, nunca viveu um dia sem dores. Isso encurtou a sua carreira como funcionário de manutenção de aeronaves na Força Aérea. A dor tem sido uma companheira constante, bem como a bengala que usa para andar. Nos dias maus, a dor é tão insuportável que ele permanece na cama.
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