economia
Economico
“Se os serviços mínimos não forem cumpridos, os operadores [portuários de Lisboa] já estão a trabalhar numa solução que lhes permita retomar a normalidade”, garantiu Diogo Vaz Marecos, presidente da A-ETPL – Associação Empresas de Trabalho Portuário de Lisboa, pertencente ao grupo turco Yilport, em declarações exclusivas ao Jornal Económico. O presidente desta empresa acusa que “os serviços mínimos não estão a ser cumpridos” e avisa que “o Governo está atento”, em particular a tutela do setor, que passou a ser assumida por Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e da Habitação. Questionado sobre qual seria essa solução equacionada pelas empresas de estiva, este responsável respondeu que “iremos recorrer a um novo processo de recrutamento, preferencialmente com trabalhadores antes contratados pela A-ETPL; se não conseguirmos, iremos recrutar no mercado, de uma forma normal”. A A-ETPLtinha um total de 143 estivadores contratados. Face à situação de desequilíbrio financeiro – validado por um estudo da consultora EY, a que o Jornal Económico teve acesso – solicitou, no passado dia 26 de fevereiro, o pedido de insolvência, aguardando-se a nomeação do respetivo gestor de insolvência.
leia este artigo completo
0,21€Os 3 primeiros artigos são gratuitos.