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As empresas de telecomunicações portuguesas consideram que o leilão de espectro para a tecnologia móvel de quinta geração (5G), previsto para abril não deve custar mais de cem milhões de euros, por operador. Ao que o Jornal Económico apurou, a Altice, a Vodafone e a NOS não admitem pagar mais do que este valor pelas frequências necessárias para implementar o 5G, devido aos elevados investimentos que terão de fazer nos próximos anos nesta tecnologia, após o leilão. A estimativa de cerca de cem milhões de euros por operador inclui não só o montante dispendido no leilão – na ordem dos 30 milhões -, mas também as taxas e licenças pagas ao Estado ao longo do processo de implementação e desenvolvimento das infraestruturas 5G. As fontes ouvidas pelo Jornal Económico consideram que quanto maior for o valor investido no espectro, menor será a capacidade de investimento das operadoras nos compromissos assumidos no âmbito do 5G. E defendem que o custo total da implementação do 5G deve ser inferior aos cerca de 250 milhões de euros que cada uma investiu, em média, no 4G, desde 2011. “A tecnologia 5G vai obrigar a investimentos mais significativos do que o 4G, nos anos a seguir ao leilão.
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