generalista
ECO
“O papel? Qual papel?” A expressão celebrizada por Ricardo Araújo Pereira nos Gato Fedorento bem podia adaptar-se aos currículos. É que, nas últimas décadas, o documento pouco mudou mais do que no suporte: deixou de ser em papel. A sua função – a necessidade de agregar a experiência profissional num só documento – continua a ser a mesma , mas a tecnologia trouxe novas formas de tornar a ferramenta mais original. A triagem de currículos em resmas de papel é uma ação ultrapassada mas, por si só, o documento continua a valer , asseguram os especialistas. Contudo, construir um CV é mais do que fazer um “copy-paste” de experiências sem critério para responder a um anúncio de emprego. Há regras a cumprir e podem fazer toda a diferença na hora de escolher os potenciais candidatos. Proposta de valor pode fazer a diferença Vamos à prática: no início de cada currículo, logo a seguir aos contactos e dados pessoais, deve constar uma breve introdução , com uma dimensão entre um a dois parágrafos, onde o candidato faz um resumo sobre si e descreve a sua “proposta de valor”. Covid-19: LinkedIn quer ajudar a recrutar profissionais Ler Mais
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