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O único atual deputado a candidatar-se à presidência do CDS-PP no Congresso de 25 e 26 de janeiro marca diferenças em relação à direção de Assunção Cristas, de que fez parte, e garante que o partido continua a ter razões para voltar a ter peso na política portuguesa. Fazer com que o CDS-PP deixe de ser o “maior dos partidos pequenos” é mais ou menos difícil do que foi há 27 anos, quando também estava reduzido a cinco deputados? São circunstâncias diferentes e desafios enormes. Na altura, a questão era se continuava a justificar-se haver direita além da maioria absolutíssima do PSD. Houve um trabalho extraordinário do grupo parlamentar que marcou a diferença em relação à governação de Cavaco Silva. Depois surgiu uma nova geração, que marcou a direita portuguesa durante mais de 20 anos. Agora, a realidade é um contexto de maioria de esquerda. E com novos partidos que disputam eleitorado ao CDS… Tiveram juntos cerca de metade dos votos que o CDS perdeu. O que está em causa é que a distribuição de forças enviesou para a esquerda e há que fazer uma alternativa que leve novamente a uma governação de direita. Para isso, queremos ter o CDS o mais forte possível. Tal como então, há uma razão para o CDS continuar a existir.
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