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John Davison Rockefeller, o histórico empresário norte-americano do setor petrolífero, acreditava que “uma boa gestão consiste em mostrar às pessoas comuns como fazer o trabalho de pessoas superiores”. Tanto no final do século XIX como agora, no início de 2020, a frase continua a fazer sentido, porque os executivos de topo são cada vez mais “postos à prova” – pela concorrência, pela tecnologia e pela tarefa hercúlea que continua a ser gerir profissionais que são, ao mesmo tempo, seres humanos. “Tem de haver uma gestão transversal nas organizações, mas costumo dizer – até para a minha equipa – que os gestores das equipas são os responsáveis por elas, pelo seu desenvolvimento. Uma forma de garantir maior abertura por parte dos gestores de topo é desafiá-los em termos de rotatividade das funções”, disse nesta quarta-feira o CEO do Montepio Crédito, ao Jornal Económico (JE), à margem da sexta de seis conversas mensais do ciclo “30’ a 3”, organizado pelo Montepio Crédito e pelo JE. Pedro Gouveia Alves considera que esta estratégia de rotatividade permite uma melhor identificação e colaboração com a estratégia da empresa e adaptação às necessidades decorrentes do contexto socioeconómico e político.
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